A evolução dos meios de pagamento

A evolução dos meios de pagamento

O cartão de crédito é hoje o meio de pagamento mais utilizado em todo o mundo, mas isso não aconteceu da noite para o dia. Percorremos um longo caminho e evoluímos muito em nossas relações de aquisição e troca para chegarmos até aqui. No começo, tudo era escambo.

Se o indivíduo não caçasse, não coletasse ou não cultivasse, a única maneira de conseguir o necessário para sua subsistência era a troca. Foi através do escambo que os nossos primeiros ancestrais adquiriam aquilo que não tinham condições de produzir ou obter na natureza.

E assim foi durante toda a pré-história e parte da idade antiga. Durante a evolução dessa prática, determinados produtos eram escolhidos para servir como moeda de troca. A escolha era motivada pela raridade e preciosidade relacionada aos mesmos. Um dos produtos mais usados – independentemente da localização geográfica ou cultura nativa – foi o sal, comum a vários povos.

Foi apenas no século VII a. C. que as moedas cunhadas em metal – como as que conhecemos atualmente – passaram a ser utilizadas como meio de pagamento. Na Grécia, eram confeccionadas em prata; já na Lídia, região onde hoje fica a Turquia, a cunhagem era feita com uma liga de ouro e prata chamada eletro.

Da Idade Antiga à Média a moeda reinou soberana, até que o Comércio – cada vez mais forte e pungente, sobretudo na Europa – trouxe uma mudança significativa no modo de acumular e transacionar valores. As pessoas começaram a confiar suas reservas e economias aos comerciantes de ouro e prata.

Este novo hábito levou, já no fim da Idade Média, à emissão de recibos – o que posteriormente deu origem ao papel-moeda e aos bancos. Passamos então a ter um sistema financeiro muito similar ao que possuímos hoje em dia, com instituições privadas ditando as regras e os governos, e controlando não só a emissão da moeda, como também a regulação de toda a atividade econômica.

Quebra de paradigma

Com poucas mudanças e evoluções, esse foi o cenário até 2008, quando foi criado o bitcoin. O surgimento desta criptomoeda representou não só uma disruptura ao modelo tradicional, mas também a autonomia em relação aos bancos e governos. Por ser descentralizada, a nova moeda não está sujeita a intervenções do Estado e nem aos interesses das instituições financeiras convencionais.

Em termos práticos, não dá para ignorar que além da rentabilidade aferida nos últimos anos, a filosofia por trás dessa nova tecnologia é o que vem atraindo muitos investidores, sobretudo entre as camadas mais jovens da população. Tanto que, cerca de 70% dos investidores no Brasil estão entre a faixa etária compreendida entre os 20 e 40 anos.

Prever o futuro do bitcoin é um exercício impossível. Ninguém sabe o que vai acontecer com a criptomoeda mais famosa do planeta. Se ela vai dominar ainda mais o cenário crypto, ou se vai se tornar o meio de pagamento mais utilizado... Difícil dizer. Mas, há muitas apostas e especulações a respeito.

Por isso, lembre-se: estar informado ainda é a maneira mais segura de criar boas oportunidades em qualquer mercado de ativos. E, quando o assunto é bitcoin, não é diferente. Acompanhe a cotação das criptomoedas no site www.icoinomia.com.br e aproveite para conferir o ranking nacional das exchanges.

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